A vocação cristã é sempre um chamado pessoal, porque Deus é tão grande que tem tempo para cada um de nós, e conhece cada um de nós pelo nome. Disse o Papa aos alunos do Pontifício Seminário Maior Romano, que visitou na tarde de sexta-feira, 4 de março, festa de Nossa Senhora da confiança. Na sua lectio divina Bento XVI, inspirando-se na carta se São Paulo aos Efésios, sugeriu aos seminaristas quatro atitude: humildade, mansidão, magnanimidade, suportação recíproca . com as quais se exprime o caminho cristão. O Pontífice recordou também a dimensão eclesial da vocação e esclareceu que a unidade da Igreja não se realiza de uma forma imposta de fora, mas é fruto da concórdia.
Sentinelas da Manhã
Agora, mais que nunca, é urgente que existam jovens dispostos a sere Sentinelas da manhã. Que sejam livres e valentes para viverem e anunciar o Evangelho de Cristo.
Quem sou eu
- Sentinelas da manhã
- Sou um jovem que busca viver o chamado de Deus. Busco ser um "Sentinela da manhã", que espera o Mestre. Nessa espera, sou um jovem feliz que tem Fé no Deus revelado no Evangelho
terça-feira, 5 de abril de 2011
sábado, 19 de março de 2011
ORDENAÇÃO EPISCOPAL DE DOM LUIZ GONZAGA FECHIO
No sábado, 19 de março de 2011 – Solenidade de São José – na Catedral de São Carlos, às 15h, aconteceu a Solene Celebração da Ordenação Episcopal de Dom Luiz Gonzaga Fechio – nomeado pelo Papa Bento XVI, em 19 de janeiro de 2011, Bispo Auxiliar de Belo Horizonte. “Pela graça de Deus” – tal foi o lema episcopal escolhido, inspirado na Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios, capítulo 15, versículo 10.
Presidiu à Celebração, enquanto Bispo Ordenante Principal, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte. Os outros dois Bispos Ordenantes foram Dom Bruno Gamberini, Arcebispo Metropolitano de Campinas e Dom Paulo Sérgio Machado, Bispo de São Carlos. Também outros 12 bispos estiveram presentes, os quais foram apresentados, já no início, por Dom Paulo Sérgio, quando de sua acolhida a todos.
Iniciado o Rito de Ordenação, com a invocação do Espírito Santo, a Apresentação do Eleito e a leitura do mandato apostólico, Dom Walmor procedeu à homilia, na qual fez recorrente menção a São José, como profeta, patriarca e discípulo – aquele que “brilha no horizonte de nosso caminho quaresmal e nos faz fazer festa, juntamente com a consagração do (então) Monsenhor Luiz Gonzaga Fechio”.
Seguiu-se o Propósito do Eleito, a Ladainha, a Imposição das mãos e a Prece de Ordenação, a Unção da Cabeça (com o óleo trazido pelos pais de Dom Fechio – Ernesto e Iracy), a Entrega do Livro dos Evangelhos e das Insígnias Episcopais (anel, mitra e báculo) e, por fim, a Saudação da Paz, por parte de Dom Walmor e demais bispos e de familiares próximos.
Ao final, Pe. Marcelo Souza, em nome do clero diocesano, dirigiu auspiciosas palavras de congratulação a Dom Fechio que, em seguida, belamente enfatizou, em seu elóquio de agradecimento, o lema “Pela graça de Deus” – “farol e bússola” de seu novo ministério. Lembrou, ainda, citando o Concílio Vaticano II, a tríplice missão, por assim dizer, de um bispo: a Palavra, os Sacramentos e o Pastoreio. Finalizou com Antístenes (filósofo grego): “A gratidão é a memória do coração!”, ao que foi, demorada e copiosamente, ovacionado.
Ao som do “Te Deum”, por fim, Dom Fechio, acompanhado pelos Bispos Ordenantes, percorreu os corredores da Catedral, abençoando a todos e sendo, notoriamente, acolhido. Dada a bênção final, todos puderam cumprimentar o novo Bispo.
Sem. Paulo César Travaglini
terça-feira, 15 de março de 2011
Quaresma: Tempo de reflexão e compromisso.
Podemos afirmar, categoricamente, que “quem não tem resposta para a morte, também não tem resposta para a vida”. E ainda: “quem não tem sentido para o sofrimento, não tem sentido para a alegria”. Todos desejamos viver e com alegria! Essa loucura de viver e querer ser feliz terá sentido na justa bondade do Criador. Ele nos escolheu para si. Daí sua resposta para nós: “renuncie o mundo”!
Quaresma é isso: renunciar e superar as tentações malignas (isto é, do mal) que existem no mundo. Durante quarenta dias, Jesus Cristo vai travar uma luta espiritual em nossa alma. Será que Ele vai vencer? Qual é a tentação ou o mal que está enraizado em nossa alma, o qual a torna doente e debilitada na fé, na esperança, no amor, no perdão, na paz? Nestes quarenta dias e quarenta noites, esse será o nosso exercício espiritual. Uma espécie de retiro em nós mesmos, com Jesus Cristo. Ele já é vitorioso. Venceu o pecado e a morte. Daí nossa caminhada e batalha espiritual até a grande celebração da Vigília Pascal, onde se acenderá, em nós, a luz nova do Ressuscitado.
Neste ano, a quaresma também traz uma proposta de sublime consideração, com a Campanha da Fraternidade. Ela pede a reflexão e atitudes, visando ao bem comum do nosso planeta. Diz a bíblia que um “abismo atrai outro abismo”. A falta de respeito à vida, à pessoa humana, contaminou a natureza e o nosso planeta. Infelizmente a ganância pelo o lucro exagerado com que as indústrias de mineração, o agro negócio, o desmatamento de florestas, a poluição do ar com gazes tóxicos, e a matança de animais fazem com que pensemos que o nosso planeta está “gemendo como mulheres em dores de parto”. Será um aborto? Uma nova vida que nasce? Estamos pensando: que mundo e que condições sociais vamos deixar para as futuras gerações? Na verdade, gostaríamos também de perguntar: “que tipo de filhos estamos criando para o mundo futuro? Formamos-lhes a consciência da preservação do meio ambiente e da ecologia mundial? Somos apenas projetos ou somos pessoas comprometidas com o projeto de vida do Criador? Afinal, somos parceiros e não, donos da vida!
Quaresma tempo de reflexão e conversão. Busquemos a Deus!
Padre José Carlos Frederice
QUARTA-FEIRA DE CINZAS NA CATEDRAL DE SÃO CARLOS.
No último dia 09 de março, às 19h30min, na Catedral, Dom Paulo Sérgio Machado presidiu à Celebração Eucarística de abertura da Quaresma e da Campanha da Fraternidade. Pe. José Luiz Beltrame, Cura da Catedral, concelebrou. A animação foi feita pelo Coral dos Casais Encontristas.
Logo no início, um grupo de crianças fez uma encenação sobre a devastação ambiental, em consonância com o tema deste ano: “Fraternidade e a vida no planeta”, e o lema: “A criação geme em dores de parto (Rm 8,22)”. Aproveitando o ensejo, Dom Paulo falou acerca da necessidade de uma ação conjunta para que a vida sobreviva no planeta: “Se louvamos o Criador, temos que respeitar as criaturas”.
“Rasgai o coração e não as vestes”, “Deixai-vos reconciliar com Deus”. A partir de tais citações da profecia de Joel e da Segunda Carta aos Coríntios, respectivamente, Dom Paulo iniciou a homilia, citando, também, os três exercícios quaresmais presentes no Evangelho: esmola, oração e jejum. Falou, ainda, do significado das cinzas: “reconhecimento público e coletivo de que todos somos pecadores e que, portanto, necessitamos do perdão de Deus”. Procederam-se, na sequência, a bênção e a imposição das cinzas.
No momento da apresentação das oferendas, um grupo de crianças, aludindo à Campanha da Fraternidade, entrou, sustentando um globo terrestre. A Celebração transcorreu normalmente e, no final, Dom Paulo Sérgio fez referência a dois atos de piedade – a Via-Sacra e o Rosário – que, igualmente, constituem excelentes exercícios, além de exortar a que todos fizessem os seus propósitos quaresmais.
Sem. Paulo César Travaglini
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Mensagem do padre Luiz Gonzaga Fechio:
“Agradeço, com grande reconhecimento, ao senhor arcebispo que me aceitou com o colaborador, junto como bispo auxiliar, no governo pastoral dessa parcela do povo de Deus, tão amada por Ele.
Após 20 anos como presbítero na diocese de São Carlos, desejo continuar o serviço à Igreja, consciente da minha fraqueza e, consequentemente, do quanto necessito da graça de Deus para exercer o ministério episcopal.
Sei que o Santo Padre, o papa Bento XVI, confia em minha frágil pessoa nesta nomeação, como também acredito nessa confiança em relação a todos que muito têm me ajudado em minha vocação, desde a minha infância até hoje.
Diante da expectativa desse povo tão amado do Senhor, presente na arquidiocese de Belo Horizonte, peço a oração de todos para que eu desempenhe a minha missão na doação, na simplicidade, na colegialidade, na comunhão, na obediência, no espírito de serviço, na caridade, enfim, segundo o coração do Bom Pastor, coração manso e humilde que veio para servir e não ser servido.”
Após 20 anos como presbítero na diocese de São Carlos, desejo continuar o serviço à Igreja, consciente da minha fraqueza e, consequentemente, do quanto necessito da graça de Deus para exercer o ministério episcopal.
Sei que o Santo Padre, o papa Bento XVI, confia em minha frágil pessoa nesta nomeação, como também acredito nessa confiança em relação a todos que muito têm me ajudado em minha vocação, desde a minha infância até hoje.
Diante da expectativa desse povo tão amado do Senhor, presente na arquidiocese de Belo Horizonte, peço a oração de todos para que eu desempenhe a minha missão na doação, na simplicidade, na colegialidade, na comunhão, na obediência, no espírito de serviço, na caridade, enfim, segundo o coração do Bom Pastor, coração manso e humilde que veio para servir e não ser servido.”
Fonte: Revista Unidade. Diocese de São Carlos.
Jovens Sentinelas da manhã
O mundo está sedento de jovens que deem testemunho de vida. Jovens que busquem Deus de maneira incessante, a ponto de realizarem milagres na vida das pessoas. “Jovens Sentinelas da Manhã”
Temos que vigiar e esperar, sem cessar, a vinda do Senhor. Como o vigia espera a aurora, assim, nos jovens devemos esperar o Cristo. E, nessa espera, devemos ser jovens a iluminar o caminho dos necessitados, pobres, famintos e sedentos de Deus, mostrando a eles o Senhor revelado no Evangelho.
E, na chegada do Senhor, entraremos no banquete e sentaremos a sua mesa. Somos jovens sentinelas, que esperam todos os dias o retorno do Mestre. E damos o testemunho de uma Fé forte, iluminada e sustentada por Deus. E não perdemos o jeito simples de ser jovens felizes, que sonham, amam, brincam, viajam, estudam, paqueram, namoram, vivem com os amigos, rezam, bebem Coca-Cola, dançam, choram, sorriem... e vigiam todos os dias. Pois esperam seu Senhor, sendo verdadeiramente jovens.
Agora, mais que nunca, é urgente que sejamos os "sentinelas da manhã", os vigias que anunciam a luz da alvorada e a nova primavera do Evangelho, da qual já são vistos os brotos. A humanidade necessita imperiosamente do nosso testemunho de jovens livres e valentes, que se atrevem a caminhar contra a corrente e a proclamar, com força e entusiasmo, a própria Fé em Deus, Senhor e Salvador.
Charles dos Reis
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